28 dezembro 2018

Hoje Eu... Ouvi: Sun And Steel - Iron Maiden

Olá, mil sóis infernais de verão que nos tostam até uma morte sufocante por desidratação.
Por falar em sol, hoje eu ouvi Sun And Steel musica do Iron Maiden.
Esse som vem do quarto álbum do Iron Maiden, Piece Of Mind, com letra inspirada no samurai Miyamoto Musashi que é um ícone da história japonesa, um dos símbolos do guia do bushido. Miyamoto também inspirou diversos mangás e filmes, sendo um dos mais famoso o mangá Vagabond.
Estátua de Miyamoto Musashi
Que o Iron Maiden sempre nos traz aspectos históricos ou literários em suas musicas não há novidade alguma, aliás, isso é um dos grandes chamariz da banda. Sem tirar que é algo que orgulha a todos nós fans da Dama de Ferro, pois em grande maioria somos cultuzinhos.
Mas o que me faz adorar essa musica, apesar de curtir a temática japonesa do som (curto muito cultura japonesa), é a melodia naquela pegada power metal clichê, com um riff cheiroso, letra fácil de aprender e refrão grudento. Isso tudo acabando em poucos minutos. Por mais clichê que possa ser, esse tipo de som é o que faz a cabeça de um bom metalhead, muitos podem falar que gostam de inovação e vários blás blás mas na hora do show todo mundo pira nesse tipo de som. 
Curto muito aqueles sons épicos que o Maiden sempre fez e também aquele tom progressivo que a banda adotou em sua era mais moderna mas esse heavyzão é o que me fez ouvir metal e é o que faz eu molhar a cueca.
Enfim, esse é o ultimo post desse triste ano de 2018 e quero terminar desejando que esse ano que vem seja pelo menos ok para vocês, sinceramente não estou muito confiante com o que vem por aí mas vida segue, e como segue ano que vem teremos Iron Maiden no Rock In Rio e por conta disso estou ouvindo bastante a banda como estou falando disso aqui neste post e sabe porque? Imaginou o porque? Pelo menos está pensando no porque? Dá para tirar a mão da genitália? 
Rock In Rio eu vou!

19 dezembro 2018

Wallpaper: Dissidia Final Fantasy NT

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12 dezembro 2018

Terminei Borderlands 2

Olá. Eu gosto de humor e praticamente todo mundo gosta de alguma forma de humor, pois sim, existem mais de uma maneira de fazer humor, entre o pastelão e o humor negro há um mar de coisas que podem te fazer rir, ou não, e a série Borderlands abusa de tudo que as ondas desse mar leva e traz.
Sim, hoje o assunto é Terminei Borderlands 2. Jogaço FPS com uma pegada de jogo old school, contendo um tanto de RPG e mundo aberto, lançado em 2012 para diversas plataformas, sendo que terminei a versão de XBox 360. O jogo foi produzido pela Gearbox Software, distribuído pela 2K GamesTake-Two Interactive.
Tenho toda a trilogia Borderlands (trilogia até o momento que escrevo esse texto) e gosto muito de cada um deles mas o 2 é o meu predileto. A seleção de personagens é perfeita, todos muito carismáticos, inclusive o vilão Handsome Jack, a história desse jogo é bem bacana, apesar de simples, até mortes de personagens importantes da trilogia acontece aqui. Sim, há mortes que não são revertidas, porém nada é elevado ao patamar drama, o humor impera, trazendo aquele tom de filmes dos anos 90. Lembrando que a trilogia encerra aqui, sendo assim, temos toda aquela pegada de fim de campeonato (se é que você me entende).
Terminei o jogo com o Zero, que nomeei como Zero The Hero, e pra mim ele é um dos melhores personagens de todos os tempos. As frases dele são ótimas, a voz e o tom de sadismo dele dá o tom perfeito ao gameplay, é serio, é muito agradável matar alguém e ouvir "Eu vivo para essas mortes".
Enfim, valeu cada segundo esse jogo e ainda vou jogar muito mais, tem tudo que amo ali e aqui que vem a parte interessante da coisa, porque não fazem mais jogos assim? Não estou falando que não estão saindo jogos bons, estão e muitos mas com uma jogabilidade que equilibra o old school com o moderno, cheio de humor e sem ser pretensioso, dificilmente se vê. Uma pena isso mas tenho toda a trilogia Boderlands para lavar a alma e ao que parece Borderlands 3 vem aí, então o futuro reserva pelo menos uma coisa boa.

04 dezembro 2018

Hoje Eu... Ouvi: Extinct - Moonspell

Olá caros raios de sol radiante como uma manhã de inverno em Silent Hill, espero que todos estejam bem, assim como espero o mesmo da minha próstata. 
Sem mais delongas, hoje eu ouvi Extinct do Moonspell.

Falei sobre esse álbum a pouco tempo aqui no blog, no post 23+: Álbuns Mais Ouvidos De 2017, um post maneiro que você leitor descolado deveria dar uma zapiada. Esse álbum é maravilhoso, você deveria ouvir também.
Ouvindo hoje, percebi uma coisa interessante, o álbum conta com uma musica em francês, La Baphomet. Onde quero chegar?! Então, o Moonspell é uma banda portuguesa, ou seja, tem como idioma o português (de Portugal que é todo errado mas continua português mesmo assim), fazem a maioria de suas letras em inglês para atingir o mercado mundial e ainda conseguem cantar em francês. 
Portugueses com a bandeira de seu país, ora pois.
O caso é que aprender outras línguas para fazer metal não é exclusividade do Moonspell, quase toda banda que não tem como idioma materno o inglês tem que aprender a língua de Trump e da Rainha para ter alguma chance no mercado internacional. Sendo que muitas vezes também, bandas que tem o idioma inglês como padrão, acabam usando outros idiomas em suas letras, as vezes idiomas que nem imaginamos como funcionam. 
Pensando nisso tudo percebi o quanto nós do metal e do rock n' roll nos esforçamos para melhor compreender a arte que amamos, para compreender as letras, aprendemos inglês, arranhamos alemão, francês e até mesmo hebraico. Nossa arte nos faz forçar a mente e nos desafia a entende-la, expandindo nossos horizontes e nos dando cada vez mais orgulho de sermos quem somos.