18 janeiro 2019

PC Master Racer Na Chegou Ao Fim Da Corrida

Olá, estava zapiando noticias de games e tive um estalo, e queria te perguntar se você já percebeu que a galera do PC master race parou com a putaria de falar que a qualidade gráfica dos jogos de PC é melhor que a dos consoles?
É caro pra carai e roda o mesmo jogo do console mas tem luizinha.
Se você não se lembra da geração passada de consoles, todo e qualquer noticia de algum jogo que você vise havia um ser humano comentando que "esse jogo no PC roda a 60 fps e eu enfio o mouse no cu", até mesmo a mídia especializada em games da época só publicava coisas para colocar ainda mais lenha na fogueira, como comparações gráficas para fazer os/as virgens de pinto pequeno/buceta ceca se sentirem mais confortáveis com sua babaquice padrão.
O caso é que naquela época, realmente a diferença gráfica era gritante, Battlefield 4 parecia outro jogo em um PC potente, mesmo nos consoles com ele usando todo o poder gráfico possível neles, o que ele entregava em um PC potente era totalmente diferente, de tacha de FPS há sistema de iluminação e destruição, tudo mudava muito. Mas você notou que frisei várias vezes PC potente? Pois é, não era para todos os nice grafics, você precisava de uma máquina porreta e para isso você precisava gastar pacas, e gastar em ciclos já que geralmente o processo de evolução dos PCs são bem rápidos.
E aqui chagamos ao ponto em que a história muda, os consoles da atual geração trazem um hardware robusto capaz de rodar os jogos no mesmo patamar que os PCs, e caso o assunto sejam os gráficos no no talo, temos agora as versões de elite dos dois principais consoles dessa geração, o PS4 Pro e o XBox One X, que possuem hardware robusto e são otimizados a ponto de trazer os jogos rodando no talo por um custo benefício bem melhor que um PC parrudo.
Enfim, a atual geração de consoles acabou com uma das discussões chatas dos gamers e começou muitas outras mas é assim que o mundo funciona, uma coisa ruim deixa de existir e outras quatro aparecem ou reaparecem e segue o jogo.

10 janeiro 2019

Terminei Dead Island Retro Revenge

Olá, Janeiro está nos espancando mas quem sabe sobrevivemos a ele. Enquanto seguimos em frente vamos fala sobre algo que amamos, que enchem nossos coraçõezinhos de carinho e paz, sim vamos falar de zumbis.
Para ser mais especifico vamos falar do ultimo jogo que terminei, Dead Island Retro Revenge. Eu sei que você foi spoylado pelo titulo mas tenho que progredir com o texto mesmo assim, por falar nisso, já notou como é impossível ser surpreendido por um texto ou vídeo na internet? As pessoas que criam conteúdo não tem como fazer um suspense, tem que entregar tudo no título e caso tentem fazer algo diferente a falta de paciência da galera já faz surgir criticas, pois é, tempos sombrios esses.
Voltando ao jogo, ele foi programado pela Empty Clip Studios e lançado em 2016 pela Deep Silver, de início como parte do pacote Dead Island Definitive Edition e depois ganhando as lojas virtuais das principais plataformas, Playstation 4, XBox One e PC.
A pegada do jogo, como o nome bem diz, é ser retrô e tudo nele remete a isso, até mesmo um filtro que faz parecer que o jogo está rodando numa tela de tubo. Mas o grande barato nisso tudo é que o "retrô" aqui não se remete a consoles antigos, como a maioria dos games que se propõem a ser retrô fazem, e sim a arcades. Se você tinha um pouco mais de idade naquela época, sabe como era a pegada de jogos de ação dos arcades, eram rápidos, com uma pegada frenética, dificuldade acentuada, sistema de pontuação com ranking e curtos, para você na hora do almoço poder passar um tempo e marcar uma pontuação para esfregar na cara dos amigos. Aquele tipo de jogo que o que conta mesmo é ser divertido e passar o tempo.
Summonar um dragão, uma hora eu explico.
Passar horas e mais horas explorando longos mapas e quests em jogos enormes é muito divertido sim mas não é algo para o qual você sempre tem tempo ou paciência para fazê-lo. Pegar um jogo que em poucas horas você chega ao fim, para jogar naquele tempo breve que você tem enquanto espera a hora de ir trabalhar, ou a esposa se arrumar, ou até mesmo a máquina de roupas terminar a lavagem das suas cuecas cheias de freadas de betoneira é algo que um jogo com pegada arcade faz de melhor. Passam o tempo, te desafiam e não te prendem.
Na época que comprei esse jogo, o primeiro chamariz dele a mim foi o preço, paguei R$5,00 só, o preço de uma cerveja. Enfim, vi o preço e que vazia parte do universo Dead Island (saga que já tinha todos jogos lançados até então, Dead Island, Dead Island Riptide e Escape Dead Island) e nisso fiquei com o pé atrás já que Escape Dead Island não era lá essas maravilhas e por isso pesquisei sobre o Retro Revenge e em todos os reviwes que li o pessoal só focava nos gráficos do jogo, ninguém se aprofundava em controles, gameplay e tudo mais, sendo assim tudo que pude fazer foi ver gravações dos jogadores que compartilharam no XBox Live. Sim fui na sorte e quando o download do jogo terminou vi que foi uma cagada daquelas, gostei do jogo.
Por falar em reviwe, para fechar a porra toda vai aqui um resumo rápido para quem passar o olho nesse textículo pesquisando maiores informações para uma aquisição: Jogabilidade: o jogo traz uma jogabilidade simples, onde seu personagem corre por trilhas onde você apenas vai variando entre elas, sendo que alguns tipos de inimigos só caem com uma certa sequencia de golpes e caso você erre sofre dano, e em alguns casos a sequencia desencadeia o voo de projéteis que fazem estrago em demais inimigos. Coisa que vem de jogos antigos, decore padrões de ataque dos inimigos e suas fraquezas e avance, ou morra e remorra tentando; Controles: precisos e de certa forma bem dinâmicos; Gráficos: pixelados, super coloridos e com uma grande pegada gore; Som: as musicas não são muito empolgantes mas cumprem o que precisam cumprir e os demais sons são perfeitos para o jogo; História: a zueira impera, o seu personagem sai em meio ao apocalipse zumbi em busca do seu gato que foi sequestrado, é capaz de summonar um dragão e por ai vai. Se você curte jogos arcades, vai fundo que é prato cheio mas se você não é tão fan disso ou só joga beat em' up, melhor evitar e gastar seus cinco contos em drogas mesmo.

05 janeiro 2019

Highlights 1 - Assassins Creed Bloodlines (PSP)

Olá mais uma vez e de novo, primeiro post de 2019 e para inaugurar o ano, inauguramos um quadro novo, melhor dizer, um formato de gameplay novo que batizaremos de Highlights.
Highlights será algo simples e rápido, compilados de melhores momentos em um gameplay, esses melhores momentos podem cobrir bugs, bizarrices, boas façanhas ou alguma cutscene interessante.
Para inaugurar o quadro voz trago Assassins Creed Bloodlines, o primeiro Assassins Creed a dar as caras no PSP, sendo que esse nunca recebeu uma versão para outro console. Lançado em 2009 pela Ubisoft, o jogo se passa entre Assassins Creed e Assassins Creed II, tendo como protagonista Altair, personagem do primeiro jogo da franquia.
Enfim, espero que curtam e até uma próxima.

28 dezembro 2018

Hoje Eu... Ouvi: Sun And Steel - Iron Maiden

Olá, mil sóis infernais de verão que nos tostam até uma morte sufocante por desidratação.
Por falar em sol, hoje eu ouvi Sun And Steel musica do Iron Maiden.
Esse som vem do quarto álbum do Iron Maiden, Piece Of Mind, com letra inspirada no samurai Miyamoto Musashi que é um ícone da história japonesa, um dos símbolos do guia do bushido. Miyamoto também inspirou diversos mangás e filmes, sendo um dos mais famoso o mangá Vagabond.
Estátua de Miyamoto Musashi
Que o Iron Maiden sempre nos traz aspectos históricos ou literários em suas musicas não há novidade alguma, aliás, isso é um dos grandes chamariz da banda. Sem tirar que é algo que orgulha a todos nós fans da Dama de Ferro, pois em grande maioria somos cultuzinhos.
Mas o que me faz adorar essa musica, apesar de curtir a temática japonesa do som (curto muito cultura japonesa), é a melodia naquela pegada power metal clichê, com um riff cheiroso, letra fácil de aprender e refrão grudento. Isso tudo acabando em poucos minutos. Por mais clichê que possa ser, esse tipo de som é o que faz a cabeça de um bom metalhead, muitos podem falar que gostam de inovação e vários blás blás mas na hora do show todo mundo pira nesse tipo de som. 
Curto muito aqueles sons épicos que o Maiden sempre fez e também aquele tom progressivo que a banda adotou em sua era mais moderna mas esse heavyzão é o que me fez ouvir metal e é o que faz eu molhar a cueca.
Enfim, esse é o ultimo post desse triste ano de 2018 e quero terminar desejando que esse ano que vem seja pelo menos ok para vocês, sinceramente não estou muito confiante com o que vem por aí mas vida segue, e como segue ano que vem teremos Iron Maiden no Rock In Rio e por conta disso estou ouvindo bastante a banda como estou falando disso aqui neste post e sabe porque? Imaginou o porque? Pelo menos está pensando no porque? Dá para tirar a mão da genitália? 
Rock In Rio eu vou!